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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Cabeça Abstrata

Precisamos realmente quebrar o nosso nariz para saber que dói?
é óbvio que mais de meio mundo sabe que não!
Quando assimilamos a dor física possível nossos instintos são ativados e o "medo" é mandado pra cuca, daí, dependendo da intensidade e das coisas que manda, vemos pessoas que sentem medo até de espetar o dedo, posso me incluir nessa!

Entretanto mantendo nossos narizes e dedos intactos...
E quando a coisa não é física?
Penso que nos seres humanos somos mesmo algo a ser desvendado... É incrível, não creio que sejam apenas os poetas que tenham medos tolos e coragens contraditórias, talvez a grande maioria de nós.

Não acham incrível que tenhamos tanta racionalidade antes de fazer algo que nos machuque fisicamente e sequer paramos para raciocinar e quando o fazemos pode ser superficial ao ponto de não nos impedir de tomar uma decisão que não só irá nos magoar e sim mutilar nossa mente, sentimentos internos, lado abstrato, seja como nomeie, já pensou o dano que isso poderá nos causar?

Particularmente falando, dei tantas cabeçadas abstratas, tais quais o resultado foi nada menos do que ter a cabeça tão sensível que pensar doía. O jeito foi assistir as coisas se desenrolando na prática com a cabeça muito estranha. E teria continuado assim. Só que não.

O que acham que poderia ser feito? Pensar com o mesmo cuidado de quem entra em um cômodo com chão forrado a caco de vidro antes de tomarmos uma decisão que não esteja relacionada a dor física, contudo, todos os teus instintos ( Gritar é pouco ) berram para não fazer?

Alguns assimilam o assunto pela teologia, uns a instintos e outros ao subconsciente. 
Seja lá como nomeie, não acham maçante ver as mesmas coisas acontecerem e te chatearem da mesma forma pela mesma atitude tomada?
Talvez a racionalidade deva ser posta sempre na frente...? Ainda sim acredito que o meio a meio deva ser posto em prática quando o assunto é razão e emoção, ainda sim não creio que o arrependimento será extinto como fruto de muitas atitudes que poderemos vir tomar, também é válido lembrar que a perfeição é uma questão de ponto de vista.

Mas saber que cabeçadas abstratas doem e pensar em certos assuntos como um chão de cacos de vidro, pode não ser exagero. E mesmo que não cativemos a todos que nos rodeiam, chegar onde quer que tenhamos ou queiramos chegar, amigos de nosso interior e com uma boa noção de quem somos, pode ser uma experiência abstrata tão agradável que possa ser que se concretize.
#JMendes


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