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terça-feira, 25 de agosto de 2015

DEFINIÇÃO

Não existem palavras,
erupção seria o mínimo a que se chegaria ao
acúmulo, limites , sentimentos, sensações...

Não existem  palavras,
Torpes, tolas, falsas...
Não há como descrever o que pode ser
Um lapso de tempo dentro do que quer seja.

Ainda sim, acontecem, como não rogadas, indesejadas,
acontecem e as palavras não cabem a elas, tudo muda,
continuo o mesmo, é tanto sentir e tanto viver,

São situações já vistas ou já vividas,
feridas que gritam abertas e outras
que se fecharam para contar histórias...

Sem palavras que a definam de forma rápida, pensada, gemida, 
soluçada, chorada, gargalhada, sentida, tocada...
Concreta ou imaginada.

Não existem palavras que não foram ditas,
sequer demostrações que a representassem,
que as fizesse ausente...

Para tudo que dito e feito, houveram palavras,
palavras que definiam momentos presentes
Em que momento exato podemos detectar o presente?
Não existem palavras

J.Mendes


2 comentários:

  1. Boa tarde Valorosa Poetisa Gostei muito de ler este poema parabéns.

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    Respostas
    1. Obrigada pela visita e pelo elogio meu amigo poeta, tenha uma tarde encantada

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